Este é um espaço sem meta e sem rumo estabelecido. É fruto deste tempo em que cada vez mais de nós sabem muito de pouca coisa, muitos, sabem de tudo pouco e alguns, nos dizem o que havemos de pensar.
quinta-feira, dezembro 16, 2010
terça-feira, novembro 16, 2010
O seu a seu dono
A polícia admite que tem em mãos o maior desafio de segurança de sempre! Quanto a isto não estou de acordo; é que, cá, a criminalidade continua a aumentar e a polícia tem vindo a dizer que não tem meios para a contrariar!...
Portugal, enquanto um dos PIGS (ou PIIGGS?), não quis entregar os galões. Perdeu a oportunidade de mostrar que está a aprender a lição: cada um deve viver com o que tem. E enquanto a criminalidade em Portugal continuar a crescer perante a impotência dessa mesma polícia, quem quiser as costas quentes tem que as aquecer num outro lugar qualquer. E já agora, esta coisa de todos os espaços de restauração terem de trabalhar a tempo inteiro para a cimeira sem que mais ninguém possa aceder a esta área... confirma-me que, se bem que o parque das nações esteja a ser pago por nós todos até que deus queira... ele, não é nosso. É que naquilo que é meu, eu entro e saio quando quero, seguro, por forças pagas para me garantirem segurança.
sexta-feira, novembro 12, 2010
sábado, outubro 16, 2010
A ilógica da lógica dos mercados
Lamentavelmente, julgo que quem pensa que bastaria despedir este governo (muito em particular o Sócrates), para vivermos felizes e contentes, está redondamente enganado! Na lógica da alternância de poderes instalada, virá o PSD à praça pública com as mãos na cabeça, dizer que "isto" está muito pior do que pensavam... que os portugueses vão ter de começar a trabalhar a sério... a chegar a horas... e... vai de aumentarem os impostos, anular todos os projectos, começar novos estudos, estabelecer novas parcerias, celebrar novos contratos, contratar novos elementos, redecorar gabinetes, reestruturar as estruturas etc, etc... Tudo, claro, no melhor interesse dos Portugueses, Pim!... Os fundos da UE em troca de juros, de contrapartidas... os subsídios a fundo perdidos em abono de estratégias de mais ou menos boa fé, têm permitido que os principais partidos se chegem à gamela à vez sem que o povo português se revolte indignado.
Sente, claro, que há coisas estranhas: são já altas e claras as vozes - dentro e fora do país -, que acusam os portugueses de não serem competitivos. Contudo, produzimos apenas 60% do arroz que consumimos porque a UE não permite que produzamos mais! ...Autoriza apenas o cultivo de 24667 hectares e nós - não sei, se à boa ou à má, maneira portuguesa -, cultivamos 26800!... Pagaremos multas? O certo é que os euros saem de Portugal para comprar arroz. ...A maior parte do que compramos, vem de Suriname, Tailândia e Itália!... Podemos comprar, não podemos é produzir!... Não sei, concretamente, quem é o responsável por este parte/reparte da UE, bem como pela assinatura que vinculou Portugal a este acordo e a outros semelhantes, nem é, de momento, minha intenção apurar responsabilidades. Parece-me, isso sim, importante que se entenda, o quanto obsoleto está, o modelo económico pelo qual o mundo globalizado se rege. É o dragão a comer a própria cauda. O sistema que permite falar de mercados ingovernáveis e de governos manietados. A economia de mercado dita as regras e está na mão de accionistas cujo único e cego objectivo é o lucro rápido. Especuladores à solta, vá!... http://www.youtube.com/watch?v=lU-j2mIwOpE
Enquanto isso, os portugueses empurram a culpa uns para os outros, os povos do norte empurram para os do sul, os anglófonos, para francófonos, os germanos para os outros, os europeus para os estado unidenses, os ocidentais para os orientais... e, claro, os especuladores, sem qualquer noção do que é uma panela de pressão, brincam psicóticamente a aumentar zeros à direita, como se não houvesse amanhã.
Mantêm-se a bárbara lógica de que quanto mais atrapalhado estiver o indígena, mais se lhe deve cobrar! Bem que se poderia aprender com o Yunus http://pt.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Yunus, que, curiosamente, consegue uma taxa de retorno de fazer inveja à esmagadora maioria dos bancos!
Estaremos nós então, inevitavelmente condenados a sofrer as consequencias desta ilógica da lógica de mercado? Desta ditadura que tanto tem de decrepita como de imatura e que olha sôfrega para tudo em que possa meter o dente?...
A Europa - fruto do acaso, da necessidade, do engenho ou de tudo junto -, acabou por construir um modelo socioeconómico que, desperta a cobiça destes investidores especulativos sem pejo. Gente que saliva a congeminar negócios na saúde, a promover doenças para vender curas. Pretendem o monopólio dos produtos alimentares. Fabricam guerras para vender armas. Urdem e despoletam crises para aumentar juros e açambarcar bens dos despojados. Criam necessidades absurdas de consumo e mandam produzir onde há mais miséria (sem querer ter conhecimento das condições em que se produz), para comprar mais barato e vender onde é possível vender mais caro... criar endividados!... Dividem para reinar... para abocanhar... e, a UE aprende tímida (demasiado tímida) lições da natureza:http://www.youtube.com/watch?v=xvaAlXgti_k&feature=related
segunda-feira, outubro 11, 2010
sábado, outubro 09, 2010
quarta-feira, julho 21, 2010
domingo, junho 20, 2010
Saramago
Parece-me pertinente! Não enquanto homenagem póstuma. É que me parece quase urgente, uma reflexão, mais que não seja sobre o título: "Ensaio sobre a cegueira".
quinta-feira, maio 27, 2010
Uma é minha outra é tua outra é de quem a apanhar
...Mas não! Vão-se aumentando com alguma timidez os impostos para efeitos de tesouraria... e tal... e coiso... e a malta, antes assim que pior! ...Vem aí o mundial... a vuvuzeta... as "mines"... a desilusão de coisa nenhuma... a silly season... férias e isso... castanhas assadas... o natal... os juros na banca a aumentar... e a malta sempre igual. ...Ressentida. Pois! Pudera!...
quinta-feira, maio 06, 2010
Uma pequena reflexão com uma grande pretensão
Andariam elas atarefadas a credibilizar a economia da Islândia e do Dubai?!
Trabalharão estas empresas a soldo de especuladores sem escrúpulos?! Serão esses especuladores arautos de um sistema financeiro em agonia, com o rabo à mostra e que, envolve a todos?!...
sábado, maio 01, 2010
No poupar é que está o ganho ou, de como se pode poupar a importar
Perante esta situação tem-se vindo a recorrer a especialistas de reprodução humana, em mais ou menos reputadas clínicas de fertilidade e no próprio serviço de saúde pública. Acontece porém que, decresceu substancialmente o número de doadores quer de esperma, quer de óvulos. ...E isto, será por via de uma lei retocada recentemente e que, obriga o doador a prescindir do anonimato!
Perante a escassez, importamos esperma e tecido ovárico, de Espanha principalmente! ...Onde a lei é mais flexível!
As clínicas de fertilização sempre a bumbar, nós a importar. A poupar o nosso precioso esperma! É caso para dizer; Têmo-los no sítio e cada vez maiores.
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1557975
sexta-feira, abril 30, 2010
segunda-feira, abril 12, 2010
sexta-feira, janeiro 08, 2010
Paradoxos... ou talvez não!
terça-feira, dezembro 22, 2009
quarta-feira, novembro 04, 2009
Um drama, ou talvez não.
Ela: - Eu nunca te ocultei nada.
Ele: - Porque não me contaste antes?
Ela: - Antes?! ...Quando te conheci, deveria ter-me apresentado como? ...Olá! Eu sou a Sandra e tenho mamas de silicone? ...Deveria antes, ter aguardado por um momento em que o assunto viesse a propósito?... Quando desataste a apalpá-las e a lambuzá-las e a beijá-las e a esfregar-te nelas?!
Ele: Tiveste muitas oportunidades para me dizer! No fundo, sinto-me enganado. Aparentas uma pessoa e és outra!
Ela: Afinal tu gostas de mim ou das mamas?
Ele: ...
Ela: Se o problema são as mamas, vou tirar o silicone!
Ele: Ó Sandra... também não é preciso recorrer a medidas drásticas...
quinta-feira, setembro 24, 2009
Um assunto que talvez mereça a vossa consideração
Controle Populacional sob disfarçe | 29Abr2009 11:50:00
Publicado por: XS
CONTROLE POPULACIONAL SOB O DISFARCE DE PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR
Milhares de milhões de pessoas sofrerão de doenças degenerativas devidas a má nutrição e a acesso limitado a suplementos de saúde se as poderosas corporações globais por trás das novas normas do Codex forem autorizadas a “harmonizar” o mundo.
by Gregory Damato, PhD © September 2008
Email: info@quantumenergywellness.com
Website: www.quantumenergywellness.com
O Codeath, desculpem, a Comissão do Codex Alimentarius é uma organização muito mal compreendida. A maior parte das pessoas nunca ouviu falar dela, e aqueles que ouviram podem não ter compreendido a verdadeira realidade desta extremamente poderosa organização de comércio. De acordo com o site oficial do Codex (http://www.codexalimentarius.net), o altruístico propósito desta comissão é “proteger a saúde dos consumidores e assegurar justas práticas comerciais no comércio alimentar, e promover a coordenação de todo o trabalho de estandardização levado a cabo internacionalmente por organizações governamentais e não-governamentais”. O Codex Alimentarius (expressão em Latim para “Código Alimentar”) é regulado num empreendimento conjunto entre a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Breve História do Codex
A história do Codex começa em 1893 quando o império Austro-húngaro decidiu que era necessário um conjunto especifico de regras pelas quais os tribunais se regessem em casos que envolvessem alimentos. Este conjunto de ordens reguladoras ficou conhecido como Codex Alimentarius. Foi efectivamente implementado até à queda do império em 1918.
Numa reunião em 1962, as Nações Unidas (ONU) decidiram que o Codex devia ser reimplementado mundialmente de modo a "proteger" a saúde dos consumidores. Dois terços dos fundos para o Codex provêm da FAO, e o restante um terço provém da OMS.
Em 2002 a FAO e a OMS tinham sérias preocupações sobre o caminho que o Codex estava a seguir e contrataram um consultor externo para determinar o seu desempenho desde 1962, e designar qual a direcção a seguir pela organização de comércio. O consultor concluiu que o Codex devia ser abandonado imediatamente. Foi nesta altura que a grande indústria entrou e exerceu a sua poderosa influência. O resultado foi um relatório atenuado, pedindo que o Codex analisasse 20 preocupações referentes à organização.
Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius tem, de uma forma encoberta, desistido do seu papel como organização internacional de protecção ao consumidor e defesa da saúde pública. Sob o comando da grande indústria, o sub-reptício propósito do novo Codex é aumentar os lucros das gigantescas corporações globais e controlar o mundo através dos alimentos.
Desigualdades do Codex
O país dominante na Agenda do Codex são os Estados Unidos, cujo objectivo
prioritário é beneficiar os interesses das grandes multinacionais da indústria farmacêutica, agro-indústria, indústria química e outras. Na última reunião em Geneva, Suíça (30 de Junho a 4 de Julho de 2008), os Estados unidos assumiram a presidência do Codex e agora irão exacerbar a distorção da liberdade de saúde e continuar a promover desinformação e mentiras sobre nutrientes e organismos geneticamente modificados (OGM) enquanto executam a sua agenda de controle populacional. Uma das razões pela qual os EU continuam a dominar o Codex é por outros países falsamente acreditarem que possui a mais recente e melhor tecnologia de segurança alimentar; então, seja o que for que os EU exigirem, os seus aliados (Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Indonésia, Japão, Malásia, México, Singapura e a União Europeia) quase sempre procedem do mesmo modo.
O facto de as reuniões do Codex se realizarem por todo o mundo não é casual, e permite aos EU manterem um apertado controle na agenda do Codex visto que os países com menos viabilidade económica não têm possibilidade de comparecer. Os governos de muitos desses países (como os Camarões, Egipto, Gana, Quénia, Nigéria, África do Sul, Sudão e Suazilândia) perceberam que o Codex foi alterado, de uma benevolente organização alimentar para uma que é fraudulenta, letal e ilegítima.
Ameaças à Liberdade da Saúde
Enquanto os grandes meios de comunicação andam ocupados com a sua esotérica agenda de incutir o medo nos corações da população mundial focando a sua atenção no terrorismo, aquecimento global, surtos de salmonela e escassez de alimentos, as verdadeiras ameaças estão sub-repticiamente tornando-se uma realidade. Em breve, tudo o que puser na sua boca, incluindo água (com excepção de produtos farmacêuticos, obviamente), será altamente regulamentado pela Comissão do Codex Alimentarius.
Os standards do Codex são uma completa afronta à liberdade das pessoas acederem a comida limpa, saudável e nutrientes benéficos, no entanto esses regulamentos não têm validade legal internacional. Porque nos devemos preocupar? Em breve estas normas mandatórias serão aplicados a todos os países membros da Organização Mundial de Comércio (OMC) (presentemente existem 153 membros). Se os países não seguirem estas normas, então sanções comerciais e económicas poderão ser-lhes impostas, com efeitos destrutivos, embora os países talvez possam evitar as normas do Codex através da implementação dos seus próprios standards internacionais.
Algumas agências governamentais como a Therapeutic Goods Administration (TGA) na Austrália, estão a informar o público que as orientações do Codex respeitantes a vitaminas e minerais não afectarão o seu país. Por exemplo, a TGA diz isto: “As orientações do Codex respeitantes a vitaminas e minerais não serão aplicadas na Austrália e não terão impacto na forma como esse tipo de produtos são regulamentados na Austrália.”
A questão fundamental é que ninguém sabe que tipo de leis serão aprovadas antes de ocorrer a harmonização do Codex e nenhum país está a salvo dessas orientações internacionais, independentemente do que as agências governamentais estão a dizer para preventivamente suprimir qualquer potencial revolta pública. Muitos activistas de saúde alternativa acreditam que isto pode ser um método para confundir e ofuscar a questão do Codex até ser demasiado tarde.
Algumas normas do Codex que estão propostas para terem efeito num futuro próximo, e que serão completamente irrevogáveis depois de iniciadas, incluem:
• Todos os nutrientes (e.g., vitaminas e minerais) serão considerados tóxicos/venenosos e serão retirados de todos os alimentos porque o Codex proíbe o uso de nutrientes para “prevenir, tratar ou curar qualquer condição ou doença”.
• Todos os alimentos (incluindo orgânicos) serão irradiados, removendo todos os nutrientes “tóxicos” dos alimentos (a menos que os consumidores consigam fornecer-se localmente). O antecessor da harmonização do Codex nesta área começou nos Estados Unidos em Agosto de 2008 com a decisão clandestina de ordenar a irradiação em massa de toda a alface e espinafre em nome da saúde pública e da segurança. Se a segurança do público era a principal preocupação da Food and Drug Administration dos EUA (FDA), então porque não foi o público alertado para esta nova prática?
• Os nutrientes permitidos serão limitados a uma Lista Positiva desenvolvida pelo Codex; incluirá nutrientes “benéficos” como fluoreto (3.8 mg diários), provenientes de desperdícios industriais.
• Todos os nutrientes (e.g., vitaminas A, B, C, D, zinco e magnésio) que tenham qualquer impacto positivo no corpo serão considerados ilegais em doses terapêuticas segundo o Codex e serão reduzidos para quantidades insignificantes para a saúde, com os limites máximos colocados em 15 por cento da corrente Recommended Dietary Allowance (RDA). Não poderá obter doses terapêuticas destes nutrientes em nenhum lugar do mundo, mesmo com uma receita. Potencialmente permissíveis “níveis seguros” de nutrientes no Codex ainda não são definitivos. Alguns prováveis exemplos baseados no sistema da União Europeia (EU) podem incluir:
– Niacina: limite superior de 34 μg (microgramas) diários (dose efectiva diária vai de 2,000 a 3,000 μg).
– Vitamina C: limite superior de 65 a 225 μg diários (dose efectiva diária de 6,000 a 10,000 μg).
– Vitamina D: limite superior de 5 μg diários (dose efectiva diária de 6,000 a 10,000 μg).
– Vitamina E: limite superior de 15 UI (unidades internationais) de alfa-tocoferol por dia, isto apesar de o alfa-tocoferol por si só estar implicado em dano de células e ser tóxico para o corpo (dose diária efectiva de mistura de tocoferóis desde 10,000 a 12,000 UI).
• Vai ser, provavelmente, ilegal dar aconselhamento em nutrição (incluindo artigos escritos publicados online e em jornais bem como oralmente a um amigo, familiar ou seja a quem for). Esta directiva aplicar-se-á a todos os escritos sobre vitaminas e minerais e a todos as consultas em nutricionistas. Este tipo de informação poderá ser considerado uma barreira escondida ao comércio e poderá resultar em sanções comerciais para o pais envolvido.
• Todas as vacas leiteiras no planeta serão tratadas com a hormona de crescimento bovino recombinante (rBGH) da Monsanto, geneticamente manipulada.
• Todos os animais usados para alimentação serão tratados com potentes antibióticos e hormonas de crescimento exógenas.
• Pesticidas orgânicos carcinogénicos e mortais, incluindo sete dos doze piores (e.g., hexaclorobenzeno, toxafeno e aldrin), que foram banidos por 176 países (incluindo os Estados Unidos) em 1991 em Estocolmo na Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, serão novamente permitidos nos alimentos em níveis elevados.
• O Codex irá permitir níveis perigosos e tóxicos de aflatoxina (0.5 ppb) no leite. A aflatoxina,
produzida na comida animal que ficou bolorenta durante o armazenamento, é o segundo mais potente (não relacionado com radiações) composto carcinogénico conhecido.
• O uso de hormonas de crescimento e antibióticos será obrigatório para todo o gado, aves e espécies de aquacultura destinados a consumo humano.
• A introdução mundial de OGMs não rotulados e mortais nas colheitas, animais, peixes e plantas será obrigatória.
• Elevados níveis de resíduos de pesticidas e insecticidas tóxicos para os humanos e animais serão permitidos.
Os Planos para o Controle Populacional
Em 1995, a FDA adoptou uma política ilegal que determinava que as normas internacionais (i.e.,Codex) iriam substituir as leis dos EUA sobre alimentos, mesmo se essas normas estivessem incompletas. Mais ainda, em 2004 os US aprovaram o Acordo de Comércio Livre da América Central (ilegal à luz da lei dos EUA, mas legal pela lei internacional) que obriga os EUA a conformarem-se ao Codex.
Uma vez adoptadas essas normas, não há forma de voltar às anteriores, mas os países podem adoptar umas que considerem superiores às do Codex. Um exemplo disso seria a Directiva Europeia Sobre Suplementos. Uma vez que o Codex comece a ser aplicado em qualquer área, enquanto qualquer país permanecer como membro da OMC, o Codex é totalmente irrevogável: os standards não podem ser rejeitados, mudados ou alterados de nenhuma forma ou feitio.
O Controle Populacional por razões monetárias é a forma mais simples de descrever o novo Codex Alimentarius, que efectivamente está a ser controlado pelos EUA e primariamente controlado pela Indústria Farmacêutica com o objectivo de reduzir a população mundial dos actualmente estimados 6.692 milhões para uns sustentáveis 500 milhões – uma redução de aproximadamente 93%. Curiosamente, antes da chegada dos europeus à América, a população nativa americana era de cerca de 60 milhões; hoje é de cerca de 500.000, ou seja, uma redução de aproximadamente 92 por cento como resultado das politicas governamentais de genocídio, fome e envenenamento.
O Codex é similar a outras medidas de controle populacional tomadas clandestinamente por governos do mundo ocidental; por exemplo, a introdução de agentes imunosupressores latentes em vacinas e lesivos do DNA (e.g. aplicação militar da gripe aviária e SIDA), aspartame, rastos químicos, quimioterapia para tratamento do cancro e RU486 (a pílula abortiva financiada pela dinastia Rockefeller).
A FAO e a OMS calcularam que como resultado apenas da introdução das orientações quanto a vitaminas e minerais, dentro de 10 anos haverá um mínimo de 3 mil milhões de mortes. Mil milhões dessas mortes serão devidas à fome, e dois mil milhões serão o resultado de doenças degenerativas e evitáveis devidas à subnutrição, e.g., cancro, doenças cardiovasculares e diabetes.
A imposição de alimentos degradados, desmineralizados, cheios de pesticidas e irradiados aos consumidores é a forma mais eficiente e rápida de provocar um rentável surto de malnutrição e doenças degenerativas e evitáveis, para o qual o curso de acção mais apropriado é um tratamento tóxico farmacêutico. Tirar lucro da morte é o novo nome do jogo.
A Indústria Farmacêutica há anos que espera pela harmonização do Codex. Uma população mundial desconhecedora do que se passa e em degeneração física a passo acelerado, proporcionando um pico nas receitas, é o objectivo último dos furtivos e irracionais controladores desta corrupta organização de comércio, supostamente cuidando da saúde dos consumidores. […]
A Batalha da rotulagem dos GM (produtos geneticamente modificados)
O ultimo encontro do Codex em Geneva acabou com alguns resultados interessantes. Um longo germinar de acrimónia começou a vir à superfície à medida que os EUA continuaram a forçar o avanço das tendenciosas agendas da Indústria Farmacêutica, Indústria Química, Agro-indústria e outras, ignorando o contributo de muitos outros países. Tipicamente, se os EUA não querem o contributo de um país, o país hospedeiro do encontro simplesmente recusa o visto aos delegados oficiais. Vários países opõem-se a esta prática e declararam que por esta e outras razões, as decisões tomadas pelo Codex na sua ausência não têm legitimidade internacional.
Um grande ponto de contenção é a inamovível recusa dos EUA e da Comissão do Codex Alimentarius em permitir a rotulagem de OGMs. O Japão, Noruega, Rússia, Suíça, virtualmente todos os países Africanos e 26 países da União Europeia têm combatido os EUA durante quase 18 anos para introduzirem a rotulagem obrigatória dos OGMs. Os EUA, falaciosamente, consideram os OGM’s como equivalentes aos não-OGM’s, baseados, unicamente, numa ordem executiva de 1992 do então Presidente George H. W. Bush. Em consequência, nenhum teste de segurança é feito nos OGM’s antes da sua introdução na cadeia alimentar nos EUA. A FDA recusa-se a rever informação de segurança, excepto para conduzir uma simples revisão preliminar no inicio do desenvolvimento do organismo.
Os oponentes da politica dos EUA de proibir a identificação de alimentos geneticamente modificados concluíram que os EUA não querem a identificação dos OGM’s devido às potenciais ramificações legais e responsabilidades dos fabricantes e do governo dos EUA se esses alimentos puderem ser rastreados até à sua origem. Se milhões de pessoas forem prejudicadas ou morrerem devido à instabilidade dos vírus promotores de DNA e marcadores de bactérias introduzidos ao interagirem com a estrutura dinâmica e fluida do corpo humano, isso podia resultar em milhões de processos legais. Mas se esses OGMs não forem rastreáveis, então a responsabilidade das corporações ou do governo não pode ser provada e a saúde de toda a população sofre. Alguns cientistas da FDA repetidamente avisaram dos perigos de introduzir OGM’s nos stocks de alimentos em geral, mas foram ignorados ou as suas opiniões repetidamente rejeitadas.
Antes do encontro em Genebra, a Comissão Para a Rotulagem Alimentar do Codex reuniu-se em Otava, Canadá (28 Abril a 2 Maio de 2008). A reunião acabou com vários países (que favoreciam a rotulagem obrigatória) furiosos por a comissão não ter, objectivamente, analisado a pesquisa empírica, preparada pela delegação da África do Sul, detalhando os perigos dos GMO’s. Este documento delineava a necessidade da obrigatoriedade de rotulagem dos OGMs, mas foi ignorada e subsequentemente retirada devido à pressão dos EUA.
(Nexus Magazine 15/6))
sexta-feira, setembro 11, 2009
Eleger! A estratégia de como arranjar um bode expiatório.
Usam a contraluz, a maquilhagem, os ângulos mais favoráveis, a retórica popular e sintética, usam e abusam da demagogia.
...Chegaram ao espectáculo os consultores de imagem, os agentes de marketing e publicidade, os peritos em psicologia de massas... esgrimem-se estatísticas, encomendam-se sondagens, fazem-se pactos, programam-se poses, esgares, ensaia-se o tom de voz, arquitectam-se frases com impacto, usam-se golpes altos e baixos... usam e abusam, da demagogia. Quase todos sabemos disso. Quase todos sabemos que os políticos são "reféns" dos donos do dinheiro. E, para além de lhes darmos preferência na gestão das nossas poupanças (com que eles emprestam dinheiro aos nossos filhos), de depositarmos neles as nossas esperanças, de nos tornarmos segurados... que fazemos?! ...Para além de olharmos para o umbigo e governarmos a "vidinha", para além de maldizer os políticos que nos calharam em "sorte" e olharmos à volta em busca de um bode expiatório (agora é o Sócrates), que fazemos?! ...Que faz, esta esmagadora maioria que se diria fadada a ser liderada?! ...Deixa de se encharcar em séries televisivas de realidades do faz de conta? Toma a sua vida em mãos e arrisca acreditar nos seus pares? Começa a pensar e a recusar o individualismo como solução para ser feliz? Torna-se mais fraterna e justa, mais solidária, abraça deveres de cidadania?!
...Ao que parece, vai votar! ...Pouco! Desiludida que anda, com a falta de justiça, com a insegurança, com a precaridade no emprego, com a falta de solidariedade e com o individualismo, com o mundo cão... enfim... vai votar, q.b. ...uma espécie de mensagem ressentida!