sábado, maio 26, 2007

Querer ou não, aprender a nadar.

Como um doido em euforia esbracejava tresloucado naquele mar de liberdade a que lhe custava habituar. ...E corria até o perigo, de se vir a afogar, com a àgua pelo joelho!

"O meu Tio" realizado por Jacques Tati, lembra-nos a vanidade da vida, coisas que bem podiamos esquecer e a enorme importancia de estender a mão a alguém.

2 comentários:

herético disse...

o inesquecível "mon oncle"...

admiro muito aquele humor desajeitado e sábio...

A. João Soares disse...

A vida não é dominada pelo racional, mas pelo afectivo. Somos vencidos a cada momento por futilidades, coisas vãs, perecíveis que logo dão lugar a outras, mas que nos desgastaram nos delapidaram energias,... mas que também, por outro lado, nos deram momentos de prazer.
Na vida prática das colectividades, passa-se o mesmo. A Comunicação Social enche-nos de coisas secundárias e não nos esclarece sobre os problemas essenciais para o País. O povo entretém-se a conversar pormenores insignificantes e não aborda os problemas do ensino, da formação profissional, da saúde, da educação das, da vida dos idosos, da justiça, do emprego.
É mais descontraído chapinhar no charco e imaginar que apesar de a água apenas chegar ao joelho, está a correr-se o risco corajoso de morrer afogado!!!
Abraço